sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Procura-se
Procura-se alguém que fale alguma lingua do norte europeu. Sei lá qual, algo nórdico. Tem de ser curso ultra intensivo. Preciso juntar as duas línguas o quanto antes. Já percorri seus mapas. E digo que de início, eram apenas novas ruas, mas perceber todo um mistério diferente me fascinou. Então preciso dizer algo, antes que volte ao seu mundo.
domingo, 6 de setembro de 2009
Hoje tremi! Tive me minha frente a coisa mais linda que já vi. Perfeito, tudo exato. Alí a se mostar. E eu? Não fiz nada. Apenas fiquei imóvel a tremer, comer e beber. Estou com muita raiva de minha falta de atitude.
Bom mas já era. Não sei se vou ter a mesma visão algum dia. então, agora é mirar outras paisagens.
Bom mas já era. Não sei se vou ter a mesma visão algum dia. então, agora é mirar outras paisagens.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Intermináveis folhas de papel.
Escritos em vão.
Estrofes cheias de vazios.
Textos retóricos,
repetidos.
Sempre o nada a dizer.
Reler estas folhas,
Faz pensar,
O quão fazem parte do nada,
Estas mal escritas linhas.
As folhas em branco,
Não serão guardadas.
Também não serão ofereciadas à escrita.
Estarão alí,
Onde sempre estiveram.
O porem é que apenas,
A quem quiser escrever algo que realmente valha a pena ler.
Escritos em vão.
Estrofes cheias de vazios.
Textos retóricos,
repetidos.
Sempre o nada a dizer.
Reler estas folhas,
Faz pensar,
O quão fazem parte do nada,
Estas mal escritas linhas.
As folhas em branco,
Não serão guardadas.
Também não serão ofereciadas à escrita.
Estarão alí,
Onde sempre estiveram.
O porem é que apenas,
A quem quiser escrever algo que realmente valha a pena ler.
terça-feira, 14 de abril de 2009
O Fim da Picada
Esse é nome do filme ao qual tive o desprazer de assistir este domingo passado. O filme, que se propõe a ser de terror, mas não me assustou nem um pouco (cheguei a rir em certos pontos do filme) não passa de um crítica banal e óbvia ao atuais valores da sociedade, e claro das pessoas. Não faltou a crítica ao imperialismo americano, ao valor excessivo a bens materiais em detrimento dos valores humanos... e por aí vai. Tudo bem que a ideia de um saci demoníaco é interesante, bem como a de uma exu, uma mulher negra, representando Satã. Mas não passa disso. É só uma evocação constante e gratuita ao nome de Satã.
Li num post na net que as pessoas saiam aterrorizadas do cinema, de fato para alguém que tenha alguma religião mais conservadora, essa evocação excessiva ao demo, deve incomodar e muito. Porque não é um filme em que haja um piscicopata, mas o proprio Demo é o centro da trama. Em mim não fez o menor efeito. Tem até uma participação tosca, diga-se, de Zé do Caixão.
Bom, para quem acha que meia duzuia de frases evocando o Demo é filme de terror, vale assistir. Para mim foi mesmo é o fim da picada ter pago para ve-lo.
Li num post na net que as pessoas saiam aterrorizadas do cinema, de fato para alguém que tenha alguma religião mais conservadora, essa evocação excessiva ao demo, deve incomodar e muito. Porque não é um filme em que haja um piscicopata, mas o proprio Demo é o centro da trama. Em mim não fez o menor efeito. Tem até uma participação tosca, diga-se, de Zé do Caixão.
Bom, para quem acha que meia duzuia de frases evocando o Demo é filme de terror, vale assistir. Para mim foi mesmo é o fim da picada ter pago para ve-lo.
domingo, 12 de abril de 2009
Lavanda
Lavanda para dormir.
Lava os pesadelos.
Os pesados elos do desconhecido.
O que é conhecido quando se apresenta o inesperado?
Quando a forma mais bruta nos desnuda.
Lavanda para amaciar as angustias.
Os medos, as apreensões...
Um pequeno deslize,
E rola um pedregulho ribanceira a baixo.
Lavanda para dar um tempo.
À mente que ferve,
Que se questiona se essa calmaria é d'outras planícies,
Ou simplesmente destas.
Sim! Porque há uma aparente transferência,
Naturalmente em vão.
Pois quando cair em si,
Vai apenas cair no vão da verdade.
Lavanda para refletir melhor.
Para driblar os reflexos do impulso que nos cegam.
Não existem motivos óbvios.
Não há a quem culpar.
Existe apenas um homem em busca do encontro com sigo mesmo.
No caminho de sua Felicidade.
Lavanda para dar tempo ao tempo.
Se houver amor,
Dar-se-a em breve tempo,
Fim a lavanda.
Se não...
Dar-se-a também!
Enfim,
Apesar de toda dor.
Noutro loco.
Lava os pesadelos.
Os pesados elos do desconhecido.
O que é conhecido quando se apresenta o inesperado?
Quando a forma mais bruta nos desnuda.
Lavanda para amaciar as angustias.
Os medos, as apreensões...
Um pequeno deslize,
E rola um pedregulho ribanceira a baixo.
Lavanda para dar um tempo.
À mente que ferve,
Que se questiona se essa calmaria é d'outras planícies,
Ou simplesmente destas.
Sim! Porque há uma aparente transferência,
Naturalmente em vão.
Pois quando cair em si,
Vai apenas cair no vão da verdade.
Lavanda para refletir melhor.
Para driblar os reflexos do impulso que nos cegam.
Não existem motivos óbvios.
Não há a quem culpar.
Existe apenas um homem em busca do encontro com sigo mesmo.
No caminho de sua Felicidade.
Lavanda para dar tempo ao tempo.
Se houver amor,
Dar-se-a em breve tempo,
Fim a lavanda.
Se não...
Dar-se-a também!
Enfim,
Apesar de toda dor.
Noutro loco.
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