domingo, 22 de maio de 2011

Let Me Out

"...So let me out,
Or let me in
And tell me how
We can win.
Cause I really wanna know now,
Before I begin
To let you go.
So let me know.(let me know)..."

Ben's Brother

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Onda

Chegou de repete,
Onda ao quebra à praia.
Troxe com si toda beleza,
Todo o vigor do mar.
Ensopou-me,
Encheu-me de seus sais.
E agora, temo ve-la ir devagar.
Eu, a secar-me ao Sol.
Quero é ser levado por suas correntes.
Sem rumo,
Apenas no delite de estar contigo.

domingo, 6 de junho de 2010

Ver o trem partir noutras viagens.
Ve-lo indo cheio e o vazio companhia à estação.
Existem outros trêns.
Perceber que é hora de mudar.
E pegar outra viagem.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Turn me loose from your hands
Let me fly to distant lands
Over green fields, trees and mountains
Flowers and forest fountains
Home along the lanes of the skyway

For this dark and lonely room
Projects a shadow cast in gloom
And my eyes are mirrors
Of the world outside
Thinking of the way
That the wind can turn the tide
And these shadows turn
From purple into grey

For just a Skyline Pigeon
Dreaming of the open
Waiting for the day
He can spread his wings
And fly away again
Fly away skyline pigeon fly
Towards the dreams
You've left so very far behind
Fly away skyline pigeon fly
Towards the dreams
You've left so very far behind

Let me wake up in the morning
To the smell of new mown hay
To laugh and cry, to live and die
In the brightness of my day

I want to hear the pealing bells
Of distant churches sing
But most of all please free me
From this aching metal ring
And open out this cage towards the sun

For just a Skyline Pigeon
Dreaming of the open
Waiting for the day
He can spread his wings
And fly away again
Fly away skyline pigeon fly
Towards the dreams
You've left so very far behind
Fly away skyline pigeon fly
Towards the dreams
You've left so very far behind

Skyline Piegon
Bernie Taupin / Elton John

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dualidade

O conflito entro o carnal e o racional (ou irracional?).
O corpo sinuoso, rio a perrrer os meandros do prazer.
O pensamento firme, reto, a construir pontes.
Aos poucos,
Moldadas pelo medo,
Foram surgindo estradas.
O curso das águas foi ficando para tráz,
Cada vez mais distante.

As curvas,
A correnteza forte,
A afogar.
Como puxado por uma devastadora Iara.
Mas tudo parace ter tido fim.

Talvez o rio faça uma curva e,
Desça,
Entregue,
Suas corredeiras.
Ou talvez seja mesmo sem volta.
E só um novo rio.

domingo, 13 de dezembro de 2009

A imensidão vermelha quase roxo que corria por dentro,
virou um rosa fraquinho.
Frágil, desbotado.
Como se aos poucos fossem secando os sentimentos.
Vejo ruir a fortaleza que sempre me deu guarida.
Impotente,
Me vejo cada vez mais distante.
Um barco a deriva a mercê dos acontecimentos.
Uma gerra de balas perdidas.
Não sei lidar com isso.
Nem sei se ao menos se me conheço.
Me sinto um bebê aprendendo a andar sozinho.
E rios vertem por dentro d'alma,
Enaqundo rio.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Coração Baldeado

Perdi meu coração.
Baldeado na Paraiso,
Foi-se pelos tunéis se destino.
Sangrado pela foice da imensidão Paulistana.
Nos pulmões,
Permanece a overdose da poluição,
Dos carros,
Dos ares multi-étinicos,
multiculturais...
Da profusão de todos a me empreganar a alma.
Do sentimento de ser só um,
Incolor,
perene as luzes da cidade.
A caminhar pela Paulista.
Contradição e complexidade,
De me encontrar perdido,
Me encontar.